personalidades femininas que marcaram a história

Mulheres Históricas

Por Flavia Garcia

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Ontem foi o Dia Internacional das Mulheres (parabéns para nós) e também (coincidentemente) aniversário de 1 ano do Vila Trendy!

5 Mulheres Históricas!

Enfim, vai rolar ainda neste mês muitas novidades, sorteios… Escolhi alguns filmes que valem a pena serem vistos tanto pelas histórias bem retratadas, quanto pelas protagonistas sempre admiráveis – cada uma à sua maneira! E não podemos esquecer os figurinos simplesmente impecáveis!

A Jovem Rainha Vitória, foi um filme que me surpreendeu, pois eu não tinha grandes expectativas, e na verdade, conhecia muito pouco da vida desta Rainha da Inglaterra!

Personalidades femininas que marcaram a história

Enfim, é um belo filme, que traz uma linda história de amor sob os bastidores políticos da corte britânica. Além de atender a curiosidade sempre existente sobre a vida particular dos antigos monarcas, mostra com sutileza as dificuldades dos afazeres do posto maior da monarquia. Um filme que é bastante informativo, histórico, mas que também emociona.

Já no filme A Outra, eu já sabia um pouco a história de Henrique VIII e a sua relação com irmãs Bolena. Ana (Natalie Portman) e Maria (Scarlett Johansson) são irmãs que foram tratadas, educadas e manipuladas por seu pai e tio ambiciosos a aumentar o status da família tentando conquistar o coração de Henrique Tudor, o rei da Inglaterra.

Pessoas que fizeram história no mundo

Ou seja, um meio para ascensão social da família (algo bem típico da época!). Foram levadas à corte e logo Maria desperta interesse do rei e acabam tendo um caso. Porém, o rei é famoso por conquistar suas amantes e depois se cansar delas e Ana Bolena, a irmã mais esperta, sagaz e ambiciosa, procura conquistar o rei e se tornar rainha e não somente amante! Um filme que vale a pena ver as cenas de tramas, traições, jogos de ambições, loucuras e poder que permeiam a vida de um rei.

O filme A Duquesa, retrata a vida nada fácil de Georgiana (Keira Knightley) que se casou com o duque de Devonshire (Ralph Fiennes), com o objetivo principal de lhe dar um herdeiro (homem). Depois de várias tentativas frustradas (se eu não me engano teve duas meninas), ela percebe que seu casamento não é um conto de fadas…

Não acho que o filme seja somente um relato de infelicidade conjugal, mas sim de uma mulher que apesar de toda subjugação da sociedade da época e do marido, sobrevive em meio a dores, dissabores da vida e se sobressai com sua inteligência e apoio à política e revoluções americana e francesa.

Ícones femininos da história


Prometida ao Rei Luis XVI aos quatorze anos de idade, Maria Antonieta (Kirsten Dunst), é lançada na multimilionária corte francesa, cheia de intrigas, escândalos e convenções. Maria Antonieta é uma simples marionete em um casamento arranjado feito para solidificar a harmonia entre duas nações. Seu marido adolescente, Luis (Jason Schwartzman), é o herdeiro do trono francês.

Por baixo de sua elegância (e interesse pela moda, artes, arquitetura…), ela é uma jovem mulher solitária e enfadada pelas convenções, cercada por aduladores, pessoas manipuladoras e fofoqueiros. Maria Antonieta busca uma forma de se encaixar no complexo e traiçoeiro mundo de Versalhes! O fim nós sabemos não é?

No filme Elizabeth – A Era de Ouro nos deparamos com a Inglaterra, 1585. Elizabeth I (Cate Blanchett) está quase há três décadas no comando da Inglaterra, mas ainda precisa lidar com a possibilidade de traição em sua própria família. Simultaneamente a Europa passa por uma fase de catolicismo fundamentalista, que tem como testa-de-ferro o rei Felipe II, da Espanha.

Apoiado pelo Vaticano e armado com a Inquisição, Felipe II planeja destronar a “herege” Elizabeth I, que é protestante, e restaurar o catolicismo na Inglaterra. Preparando-se para entrar em guerra, Elizabeth busca equilibrar as tarefas da realeza com uma inesperada vulnerabilidade, causada por seu amor proibido com o aventureiro Sir Walter Raleigh (Clive Owen).